Castelo e Catedral de Idanha-a-Velha

Castelo

O castelo da Ordem do Templo, do século XIII, era parte integrante da defesa da linha do médio Tejo. Apesar de ter sido intervencionado no século XV, terá perdido a sua importância estratégica. Subsistiu o recinto ovalado. Recuperado, no século XVI seria um castelo com barbacã completa, integrando a igreja paroquial a norte. O castelo possuía muralhas em canto lavrado. A porta principal era flanqueada por duas torres, uma delas poligonal com alambor pronunciado e cisterna. No interior do recinto erguia-se a torre de menagem, de cantaria, ameada, com portal pequeno sobrelevado, interiormente com dois sobrados, sendo acedida por escada a partir da Casa do Comendador. A situação de degradação foi-se agravando, ao ponto de, no século XVIII, possuía já pouco dos seus muros e castelo e a torre meia caída. Atualmente, a zona menor do recinto ou o “apartado” e o traçado da barbacã são parcialmente percetíveis no terreno. 

Catedral

A Aldeia Histórica de Idanha-a-Velha foi a capital da civitas Igaeditanorum (antiga Egitânia), que terá sido fundada por Augusto. Local de forte influência sueva e visigoda. A basílica paleocristã de três naves foi mais tarde convertida mais tarde em basílica visigótica no século IV, quando Idanha-a-Velha foi sede de bispado e, por conseguinte, tornou-se numa das povoações mais importantes de toda a região da Beira interior. Após a doação à Ordem, terá sido edificado o castelo, ou “Torre dos Templários”, sobre um templo romano na antiga zona do forum. Com a extinção dos Templários, foi entregue à Ordem de Cristo.  

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