Nos dias 22 e 23 de junho, Mafra irá acolher o evento “Dias Templários”, na Vila Velha.
O acampamento militar e civil estará localizado junto à Igreja templária de Santo André e contará com tabernas gastronómicas, com uma oferta de produtos locais, como o pão de Mafra, queijos, ginjinha, mel e doçaria. A comunidade e o visitante poderão assistir e experienciar momentos de esgrima, arco e besta históricos, danças medievais e falcoaria. Também haverá mostras de folclore por grupos locais.
No dia 22, irá decorrer o lançamento de nova edição do livro “Ordens de Cavalaria, Monásticas e Iniciáticas: Três caminhos para o autoconhecimento, na Biblioteca do Palácio Nacional de Mafra”, uma edição OPCTJ / MOT, apoio Município de Mafra. De seguida, será inaugurada uma exposição sobre Templários, numa perspetiva cronológica, com enfoque no Neotemplarismo, da autoria e curadoria do Professor José Medeiros, apoio Município de Mafra.
Após “Dias Templários”, pelas 17H30 de domingo, no Torreão Sul do Palácio Nacional de Mafra, poder-se-á assistir ao magnífico Concerto de Carrilhão por Abel Chaves, após o restauro.
Património
Fonte: Município de Mafra
Igreja de Santo André
A Igreja que deu nome à Comenda da OPCTJ relembra as origens medievais da localidade e foi erigida durante o reinado de D. Dinis, no século XIV. O primeiro documento-referência da Igreja data de 1279. É um dos mais fabulosos exemplos da arquitetura gótica. Em finais do século XIX encontrava-se em ruínas, tendo sido restaurada no início do século seguinte. Em 1935, a Igreja de Santo André foi classificada como monumento nacional. Coordenadas GPS: N 38.9364628, W-9.3379712
Palácio Nacional de Mafra
O Palácio Nacional de Mafra encontra-se integrado no Real Edifício de Mafra, um Sítio Cultural inscrito na Lista do Património Mundial pela UNESCO, em 2019, conjuntamente com a Basílica, o Convento, o Jardim do Cerco e a vasta tapada. Com mais de 1200 hectares classificados, é o monumento nacional português com maior área. O Palácio foi edificado entre 1717 e 1730, sob ordem do rei D. João V. No seu interior destaca-se uma das mais distintas bibliotecas iluministas da Europa, que conta com cerca de 30.000 volumes. As torres sineiras da Basílica comportam um dos maiores conjuntos sineiros do mundo, constituído por dois carrilhões com um total de 98 sinos. No interior desta capela real, seis órgãos históricos foram instalados entre 1792 e 1807, que voltaram a ecoar na Basílica após o seu restauro integral em 2010. Os concertos encontram-se abertos à comunidade e visitante, com entrada livre. Coordenadas GPS: N 38 º 56’ 12.8862 ‘’ W 9º 19’ 39.5292’
Programa



